sábado, 30 de janeiro de 2010


Recomeçar

deuses de pedra em paraisos desconexos o inverso
de quem sou em tempestades do meu eu simbólico
imaginário,nas profecias do ritual...

Incensório incandescente, altar dentro do meu ser...
no ar ,um perfume infiltra-se na memória e por um
momento, flash sem cortes transporta-me nos
braços do tempo...

Pedaços que se encaixam,desvendam tantos porquês.
Vai meu sonho! junta-se a realidade, mas que ela não
me sufoque mais.
O momento é de amor e tudo recomeça, com um novo
cenário! de uma outra história...

Aila Silvia

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