quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Confissão do poeta

Vendaval de inconstâncias, pisoteado por leões
de vidro em jaula de estilhaço...discorre sobre
seus desafectos uma profunda cicatriz no peito
que, implora ver-te, só de relance,


anseia ver-te ou morrerá no escuro da tua falta,
no palco construído de luzes e breu no perene
dilúvio de uma saudade que não acaba, se repete
em outro ato oculto no passado. que ficou prá trás

e o poeta sabe, que não volta mais!

Manuella Loureiro - Aila Silvia

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