quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Prisoner


Chuva fria a tilintar
Na vidraça
no açoite do vento , ouço
tua voz chamando meu nome!

Tua presença nas sombras
da noite
embaralham minha cabeça.

Deuses... humanos profanos
sugam o mel
deixam em minha boca
o féu da saudade.

Fujo... me perco em meio
ao temporal
para que me esqueças!

Manuella Loureiro


Vai minha canção me leva
em tuas asas, num vôo
dentro deste quarto, dentro desta vida
dentro deste palco...

peça "Dançando nas nuvens"

Nenhum comentário:

Postar um comentário