
Saiu das sombras da noite,
e veio colher mel nos lábios
que a deixava louca...
abriu o devaneio antigo
embriagou-se naquela boca...
subiu ao Céu em nuvens de papel ...
Brindou com Cuba libre e Marzipan
o reencontro...
Na janela onde horas ela debruçava
esperando a música estonteante a
entrar no camarim.
voz trêmula pronunciou, seu nome
com o mesmo timbre de outrora!
E assim um novo espetáculo em destaque...
Supera os medos...
- e ela entra in cena...
- luz neon inebriante, ofusca
deslumbra sua visão enigmática...
- É sempre assim...
Margarett Sullivan – “Marcas sempre ficam”


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