quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

Don't let it die


A mesma agonia
do primeiro dia
ainda tem o sonho
cheio de borboletas

Ainda o mesmo gosto
sempre que sente aquela
presença...basta um toque
e a luz acende!

As cortinas do silêncio,
presas em melodia perdida
esquecida? talvez!

Pois o sonho recomeça
dentro daquele "Teatro"
cuja iluminação é "Neon"
cheio de mistérios
e "Saudades"

Veruska Lory - "Inesquecível"

domingo, 19 de dezembro de 2010

Rain in my eyes


Subo cada degrau da escada
descortinando um novo momento
tem dias que invento chuvas
noutros Sol e até furacão...
depende do coração.

Em certos momentos
mudo de tom...
vermelho amarelo
E até magenta linda cor
para os meus olhos que
andavam tristes

Pois eu nem me dava conta
que você existe, e vale
cada momento , que passo
ao teu lado

Lia Donna

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Dream of a lady


Não custa sonhar...
ilumina este palco
no azul dos teus olhos

Deixa o adorno de plumas
em tua palidez...
Enfeita de amores o peito
que abriga o teu sonho...

Acena prá vida!
silencia, enlouquece...chora,
se enamora, aprisiona a paixão
que mora em ti!

Atriz enclausurada em gaiola
doirada de silêncios
e segredos...

aut. Charllote Lady
Noturna paisagem - Dream of a lady

sexta-feira, 10 de dezembro de 2010

Camarim


Saiu das sombras da noite,
e veio colher mel nos lábios
que a deixava louca...

abriu o devaneio antigo
embriagou-se naquela boca...
subiu ao Céu em nuvens de papel ...

Brindou com Cuba libre e Marzipan
o reencontro...
Na janela onde horas ela debruçava
esperando a música estonteante a
entrar no camarim.

voz trêmula pronunciou, seu nome
com o mesmo timbre de outrora!

E assim um novo espetáculo em destaque...
Supera os medos...
- e ela entra in cena...

- luz neon inebriante, ofusca
deslumbra sua visão enigmática...

- É sempre assim...

Margarett Sullivan – “Marcas sempre ficam”

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Dime por qué?


Alguem tem sentido dos dias perdidos
penumbra no quarto,
Reflexos de sonhos que se sonha só!

Ânsia por um breve toque ao menos
ficou a escrever,assim podia viver...

Doces lembranças...
Desejo ancorado no tempo...

Era mês de junho...fazia tanto frio,
Ela ainda sonha...
Nunca saiu dali!

Charllote Lady – Teatro das ilusões